segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Desculpas farrapadas


Não sei se eu te amo....


  Eu não sei se eu te amo...
  É difícil, mas... eu não sei se eu te amo e quem sabe até no final eu consiga descobrir o que é isso, afinal.

  Eu sempre ouço a tua voz no meio da multidão, mas acho que és tu quem falas alto demais.
  Eu sempre te localizo em qualquer lugar, mas não tenho culpa se tu chamas atenção.
  Eu sempre olho nos teus olhos e me perco neles, mas deve ser o contexto da nossa conversa que me deixa assim.
  Eu sempre me arrepio quando me abraças, mas já percebi que os nossos abraços acontecem quando o vento está suave.
  Eu sempre tenho taquicardia quando me ligas e isso deve ser culpa da genética.
  Eu sempre sinto uma falta absurda de ti. Como eu não iria sentir, se nós falamos todos os dias?
  Eu sempre tenho as nossas conversas esquematizadas e sempre as esqueço quando tu estás comigo. Mas eu sempre soube também que sou bastante esquecida .
  Eu sempre sinto algo estranho quando te vejo conversando com outras, mas não ligues...é só auto-preservação (sabes, da amizade né?) 
  É, eu sempre fui muito boa com desculpas esfarrapadas...

#És a página mais linda que o destino escreveu na minha vida.

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