quinta-feira, 21 de março de 2013

Crítica Literária - A Espada do Samurai

"Jogue o livro e leia o jogo! Parte narrativa, com uma história emocionante em que o leitor é o herói, e parte jogo, com um elaborado sistema de combate, esta colecção proporcionar-lhe-á as mais fantásticas e terrificantes aventuras da sua vida A terra de Hachiman está em grande perigo. O seu xógum perdeu o domínio sobre ela. Os bandidos assolam-na e bárbaros realizam surtidas através das suas fronteiras. Tudo isto porque a grande espada, a Morte Cantante, foi roubada ao xógum. Tu és o campeão do xógum, um jovem samurai e a tua missão é recuperar a espada que está na posse de Ikiru, o senhor das sombras, que vive no Poço dos Demónios."

Conhecem os tradicionais livros? Pega-se nele, folheia-se, mergulha-se nas páginas... Esqueçam esse tipo de livros e venham conhecer os livros de "Aventuras Fantásticas". Aqui quem manda é o próprio leitor e é ele que escolhe o seu destino! Necessitas de dois dados, um lápis e uma borracha para embarcar nesta aventura. Neste tipo de livro, além da histórias, precisas de ter perícia, força e sorte para chegar ao fim do livro.

Enquanto que num livro normal, vai-se lendo de forma contínua, aqui não! Vais saltando de página em página, criando uma dinâmica que nos prende ao livro. Na minha opinião, este tipo de livros é ideal para quem não gosta muito de ler mas que adora, por exemplo, um bom jogo de aventura, porque é o que isto acaba por ser: um jogo. 

O leitor acaba por ser um jovem samurai em que é atribuído uma missão, mas para chegar ao desafio final tem que ultrapassar pequenos obstáculos, tais como defrontar monstros e conseguir derrotá-los. Já não bastava esta ideia inovadora, o livro ainda contém várias ilustrações. 

Quem disse que um livro não pode divertido? Quem disse que para termos uma grande aventura sem sair de casa é necessário um computador ou uma consola? Aqui só necessitam deste livro e mergulhar nesta aventura em que o leitor é o herói.


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