segunda-feira, 8 de abril de 2013

Crítica Literária - Beautiful Bastard de Christina Lauren

Inteligente, trabalhadora e no seu caminho para um MBA, Chloe Mills tem apenas um problema: o seu chefe, Bennett Ryan. Ele é exigente,imprudente e completamente irresistível. Bennett voltou da França para Chicago para assumir um papel vital no negócio da sua família. Ele nunca esperava que a sua assistente fosse linda, inocentemente provocativa e uma criatura completamente irritante que ele agora tem que ver todos os dias. Apesar dos rumores, ele nunca foi de se envolver com ninguém do seu local de trabalho. Mas Chloe é tão tentadora que ele está disposto a flexibilizar as regras ou quebrá-las completamente, se isso significa poder tê-la. Com a atração um pelo outro cada vez mais evidente, Bennett e Chloe devem decidir exatamente o que eles estão dispostos a perder para ganhar um ao outro.

Este livro centra-se essencialmente na relação de Chloe e do seu chefe Bennet. Ao trabalharam já à 9 meses, a relação deles nunca foi pacífica, ambos se irritam um com o outro muito facilmente e pode-se dizer que enquanto profissionalmente a relação deles resulta, pessoalmente é um desastre. Ambos são teimosos, imprudentes, havendo um choque de personalidades. Para acrescentar a isto tudo ainda há a inevitável atração entre dois. Chloe admite que Bennet é o homem mais lindo e sedutor que ela alguma vez conheceu  mas o seu temperamento arruína com tudo. Mas tudo muda quando se entregam à paixão durante uma noite. E a relação deles nunca será a mesma...

A protagonista feminina surpreendeu-me pela positiva, estava à espera de mais uma ingénua, mas não, a rapariga tem garras, arranha e morde! Eles discutem, insultam-se, acaba por ser uma relação amor-ódio. Chloe e Bennet discutem e partem para o sexo... voltam a discutir e acontece tudo de novo. Quase como um ciclo viciante. E sempre que eles se envolvem isto sai da boca deles: Não vai voltar acontecer! Mas é capaz de acontecer logo a seguir. 

O livro é setenta por cento sexo, mas os trinta por cento restantes tem uma história divertida e agradável. A autora usa e abusa de certos clichês, tais como o rapaz que tenta ignorar os seus sentimentos ao máximo e age como um idiota, a rapariga que tenta suprimir o desejo mas não consegue.

Claro que há vários pontos positivos do livro, um deles é que a história é escrita na primeira pessoa mas com a perspectiva dos dois protagonista, intercaladas. Outro aspecto é facto de Chloe não cair logo de amores pelo chefe, ela só se esqueceu de avisar o seu corpo sobre esse pequenino pormenor! Pelo que sei vai haver continuação, mas algo me diz que não vai correr bem porque pela forma como acabou o livro e até mesmo a história em si, acho que não tem matéria suficiente para uma continuação, mas veremos o que acontece.


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