segunda-feira, 9 de setembro de 2013

[Crítica Literária] O Refúgio da Noiva de Abby Green

Uma poderosa dinastia onde os segredos e o escândalo nunca dormem. Desumano nos negócios e reverenciado por muitos, Sebastian estava no topo da carreira profissional. Emocionalmente mantinha-se encerrado em si mesmo, solitário e inacessível. Algumas pessoas asseguravam que tinha o coração de pedra. A estrela de Bollywood Aneesa Adani tinha escapado do seu casamento arranjado. Bastou um olhar do frio Sebastian para a cativar. Ele levou a noiva fugitiva para o seu apartamento, apesar de a apaixonada Aneesa ser o maior risco que ele enfrentara. A sua proximidade poderia acender a chama, uma chama capaz de fundir até o mais duro dos corações.

O livro começa de uma maneira curiosa, temos os dois protagonista num casamento que só por acaso é o enlace da heroína com outro homem. Quando os dois desconhecidos trocam olhares, sentem logo uma conexão. Ele acaba por abandonar a cerimónia e a noiva, durante a cerimónia, dá um fim ao casamento. Anessa acaba por encontrar Sebastian numa suíte do hotel e terminam o dia com uma escaldante noite de núpcias mas com o "noivo" errado. Os dois prometem que aquela noite de amor não mudará nada e que na parte da manhã cada um voltaria para as suas vidas, mas isso não acontece porque de alguma forma aquela noite tem uma consequência duradoura que mais tarde os volta a reunir.

Anessa acaba por sofrer bastante porque enquanto ela quer algo mais, Sebastian quer apenas uma conexão física e não emocional, tornando-se arrogante e frio. Eu fico sempre com o pé atrás neste livros curtinhos porque eu gosto de saber mais sobre as personagens, mais desenvolvimento da história e não sou muito fã destes relacionamentos relâmpagos. Outro defeito destes livros é que o final é quase sempre o mesmo e passa muito rápido.

Este livro faz parte de uma série "Wolfe, A Disnatia". Vou tentar ler os livros que já foram publicados neste série apesar de já ter alguns spoleirs deste livro. É um bom livro para se ler a um Domingo à tarde ou ao final do dia, para desanuviar do stress do dia-a-dia.


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