terça-feira, 1 de julho de 2014

Rubrica - Os favoritos do Mês [Maio]


Maio, último mês de aulas, a queima... Mais estudo xD

- A música: "Everyone is Gay" de A Great Big World


Eu estou doidiiiinha por ter este CD! Adoro a banda, e esta foi a última música que descobri deles e A-D-O-R-E-I! Eu sou uma rapariga que odeia preconceitos e esta música diz tudo! Apenas procuramos por alguém que nos ame. 

- O livro: "The Marriage Bargain" de Jennifer Probst
Eu amei este livro! É doce, engraçado, divertido e muito envolvente. Um romance verdadeiramente doce, que até apetece lamber os dedos.
Sim, há um elemento de previsibilidade para esta história. Eu sabia como ele iria acabar, mas quando um leitor entra numa história esperando algo leve, romântico, engraçado e gratificante acabará por ser um tipo perfeito de previsibilidade que um autor pode entregar a um leitor.. Jennifer Probst fez um ótimo trabalho ao criar um par perfeito que fosse tão natural e divertido.


- O filme: Godzilla

Nunca vi nenhum Godzilla, este foi o primeiro e o que vos tenho a dizer é: O Godzilla é o meu novo herói xD É estranho, eu sei, mas sem querer fazer spoilers, vejam o filme e vão entender xD Para além de um lagarto/dinossauro (?) gigante também há borboletas/mosquitos que também são gigantes xD
Fiquei curiosa para ver os antigos, senão me engano vi o primeiro há umas semanas, o filme em que o godzilla mete ovos na cidade xD

- O acontecimento: Primeira Queima
Pois é, a semana que todos os estudantes universitários esperam chegou neste mês... Primeira vez que ouvi a Serenata trajada, acompanhada pela minha madrinha e claro pelo meu mais-que-tudo. Foi a semana de "quase que os sapatos foram ter ao rio Mondego", a semana de andar com os pés em ferida, as dores das costas por causa da capa, de ouvir a serenata descalça, de coçar as pernas porque a saia fazia comichão, de me sentir uma hospedeira de bordo com o traje vestido (xD), a semana em que dei três bengaladas ao meu irmão, mas foi a essencialmente a semana que senti orgulho de mim mesma. Vestir o traje não foi passar a ser doutora nem nada que se ligue à praxe, mas sim uma recompensa pelo que me esforcei para conseguir entrar no curso que desejava, de estar a lutar por um futuro melhor, pelos sacrifícios que fiz durante estes dois semestres. Com o traje veio o sentimento de "agora é que é a sério". 



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