terça-feira, 26 de agosto de 2014

Crítica Literária - Honor and Obey (Honor, #3) de Teresa Mummert

Emma has found the love of her life, but his dark secrets could change everything. With a horrible accident and the loss of another loved one, the student must become the teacher. As secrets begin to unravel, will she be able to look passed them or will she have to leave William and start life new again?

Hornor and Obey é o terceiro livro da Série Honor. Com este livro, o leitor tem direito a um pouco de tudo, amor, raiva, desgosto. O livro fluiu bem desde o anterior até este, fazendo com que o leitor sinta que não perdeu pitada de nada.

Ele começa onde parou o anterior, com William pedindo Emma em casamento. O que faz todo o sentido para porque conhecem-se há alguns meses, ele tem tantos demônios e segredos que ela não pode manter o controlo sobre ele e para não mencionar a sua linda personalidade, mas é claro que ela devia dizer que sim!  Por menos, Emma teve a decência de não dizer que sim, mas não recusou, o pedido ficou em banho-maria.
Sinto que a personagem feminina se está a perder ao longo da história. Quando Emma é apresentada no primeiro livro, o leitor fica curioso para aprender sobre o seu carácter e o seu desenvolvimento na história mas não se observa nenhuma evolução significativa. Ela procura estabilidade e controlo, mas acho que procura sempre nos lugares errados, terminando sempre de maneira errada.

Quanto a William, notamos uma grande mudança na personalidade. Fiquei com a sensação que ele não mudou assim tanto quanto pensa Emma, mas iremos ver um lado mais suave de William. A minha questão é, sob que pretexto e com que objectivos? Cada vez mais descobrimos os segredos sujos de William, cada um pior que o outro, o que me faz pensar: “Como será possível Emma perdoar tanta coisa”? Só os livros futuros me poderão dar a resposta.

Quando à escrita é muito idêntica aos livros anteriores, notando apenas uma repetição de frases semelhantes, especialmente nas cenas eróticas.

Em geral, acho que a saga está a perder qualidade, comparando os três livros, sem dúvida que o primeiro é o melhor de todos e que agarra o leitor. A partir daí, vem tudo pelo cano abaixo… Muito devagar mas vai!


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