Crítica Literária - Na Cama com um Highlander

"A escritora é conhecida pelos seus livros eróticos, um já foi publicado em Portugal (Obsessão) e o segundo já vem aí (Submissa), mas este livro apresenta uma atmosférica mais romântica, uma escrita leve com cenas engraçadas, divertidas e por vezes até sensuais. "

Crítica Literária - Pecados Escondidos

"Julianne foi uma personagem que me cativou bastante pelo facto de não ser uma rapariga mimada e cabeça de vento (muito costume na época), mas sim uma jovem bastante humilde e que chega a pensar primeiros nos outros e depois nela própria. "

Crítica Literária - O Beijo Encantado

"Para a época em que o livro se passa, os diálogos têm um q.b de texto moderno, mas que torna o livro apetitoso e rápido. "

Crítica Literária - Inocência perdida

Nora Roberts volta a surpreender-me, voltando a enganar-me. Pensei que pela primeira vez tinha descoberto quem era o vilão da história mas nas últimas páginas houve uma reviravolta que me fez ficar de queixo caído, literalmente!

Crítica literária - Rosa Selvagem

"No início do livro, a autora acaba por desenvolver o tema de diferenças de classes mas acaba por ir diminuindo essas referências, o que acabou por haver um ambiente de "mundo cor-de-rosa" em vez de um mundo realista. "

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terça-feira, 5 de agosto de 2014

[Novidade 1001 Mundos] Divina de P. C. Cast

Não é um talento para a jardinagem que faz as rosas da família Empousai desabrocharem há séculos, mas sim as gotas de sangue que as mulheres derramam em segredo pelos seus jardins. Mikki, porém, prefere esquecer essa peculiaridade e levar uma vida normal. Até ao dia em que, sem querer, realiza um ritual e acaba num reino estranhamente familiar: o Reino das Rosas. De acordo com Hécate, a deusa desse reino, Mikki tem nas veias o sangue de uma suma sacerdotisa, e o Reino das Rosas já esperava por ela. Num acesso de raiva que Hécate teve muito antes, ela amaldiçoou o seu guardião com um sono do qual ele poderá despertar apenas por intermédio de uma das suas sacerdotisas. E a deusa conta com Mikki para colocar as coisas em ordem. A princípio, o guardião-fera deixa Mikki apavorada; porém, em breve a fascina mais do que qualquer outro homem já conseguiu. A única forma de ele e do reino serem salvos, contudo, é se Mikki sacrificar o seu sangue e a sua vida.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

[Novidade 1001 Mundos] Legend - a Verdade torna-se Lenda de Marie LL

Outrora conhecida como a costa ocidental dos Estados Unidos, a República é agora uma nação em guerra permanente com as vizinhas, as Colónias. Nascida numa família de elite num dos distritos mais abastados da República, June, aos quinze anos, é um prodígio militar. Obediente, entusiasmada e dedicada ao seu país, está a ser aperfeiçoada para fazer parte dos círculos mais elevados da República. Nascido num dos bairros de lata do Setor Lake da República, Day, também com quinze anos, é o criminoso mais procurado da República. Mas talvez os seus motivos não sejam tão maliciosos quanto parecem. Pertencendo a mundos muito diferentes, não há motivo algum para que os caminhos de June e Day se cruzem - até ao dia em que o irmão de June, Metias, é assassinado, e Day se torna o principal suspeito. Agora, apanhado no derradeiro jogo do gato e do rato, Day corre pela sobrevivência da sua família, enquanto June tenta desesperadamente vingar a morte do irmão. Contudo, numa reviravolta chocante, os dois descobrem a verdade daquilo que verdadeiramente os levou a encontrarem-se, e a que ponto a nação de ambos está disposta a chegar para manter os seus segredos. Repleto de ação imparável, suspense e romance, o fascinante primeiro romance de Marie Lu irá certamente comover e arrebatar os leitores.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

[Novidade 1001 Mundos] Os Adivinhos de Libba Bray

Evie O'Neill foi exilada da sua monótona e pacata cidade natal e enviada para as agitadas ruas de Nova Iorque - e fica radiante! Nova Iorque é a cidade dos bares clandestinos, das compras e dos cinemas! Pouco depois, Evie começa a andar com as glamorosas «Ziegfield Girls» e com atraentes carteiristas. O único problema é que Evie tem de viver com o seu tio Will, curador do Museu Americano de Folclore, Superstição e Ocultismo - também conhecido como «O Museu dos Arrepios», homem com uma pouso saudável obsessão pelo oculto.  Evie receia que ele descubra o seu segredo mais sombrio: um poder sobrenatural que até ao momento só lhe causou problemas. Porém, quando a polícia encontra uma rapariga morta que tem um estranho símbolo gravado na testa e Will é chamado ao local, Evie percebe que o seu dom pode ajudar a apanhar o assassino em série.  Quando Evie mergulha de cabeça numa dança com um assassino, outras histórias se desenrolam na cidade que nunca dorme. Um jovem chamado Memphis é apanhado entre dois mundos. Uma corista chamada Theta anda a fugir do seu passado. Um estudante chamado Jericho esconde um segredo chocante. E sem que ninguém saiba, algo sombrio e maligno despertou.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

[Novidade 1001 Mundos] "A Guerra Diurna" de Peter V.Brett

Ano da Edição:2013
Número Páginas: 796
ISBN:9789892324494
Editora: ASA
Sinopse:
Na noite da Lua Nova, os demónios erguem-se em força, procurando as mortes dos dois homens com potencial para se tornarem o lendário Libertador, o homem que, segundo a profecia, reunirá o que resta da humanidade num esforço derradeiro para destruir os nuclitas de uma vez por todas. Arlen Fardos foi outrora um homem comum, mas tornou-se algo mais: o Homem Pintado, tatuado com guardas místicas tão poderosas que o colocam à altura de qualquer demónio. Arlen nega constantemente ser o Libertador, mas, quanto mais se esforça por se integrar com a gente comum, mais fervorosa se torna a crença destes. Muitos aceitariam segui- lo, mas o caminho de Arlen ameaça conduzir a um local sombrio a que apenas ele poderá deslocar-se e de onde poderá ser impossível regressar. A única esperança de manter Arlen no mundo dos homens ou de o acompanhar reside em Renna Curtidor, uma jovem corajosa que arrisca perder-se no poder da magia demoníaca. Ahmann Jardir transformou as tribos guerreiras do deserto de Krasia num exército destruidor de demónios e proclamou-se Shar'Dama Ka, o Libertador. Tem na sua posse armas ancestrais, uma lança e uma coroa, que consubstanciam a sua pretensão e vastas extensões das terras verdes se curvam já ao seu poderio. Mas Jardir não subiu ao poder sozinho. A sua ascensão foi programada pela sua Primeira Esposa, Inevera, uma sacerdotisa ardilosa e poderosa cuja formidável magia de ossos de demónio lhe permite vislumbrar o futuro. Os motivos de Inevera e o seu passado encontram-se envoltos em mistério e nem Jardir confia nela por completo.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Crítica Literária - Desejada de P.C. Cast

Lina é proprietária de uma padaria Gourmet em Tulsa mas, infelizmente, o negócio não está a correr como esperado e ela precisa de um plano. Quando tropeça, acidentalmente, num livro de culinária italiana da deusa, Lina não consegue deixar de pensar que encontrou a solução para os problemas, mesmo que isso implique invocar uma deusa para salvar o seu negócio. Em breve, Lina encontra-se cara a cara com Deméter, que tem o seu próprio plano. Ela propõe que Lina troque a alma com Perséfone, a deusa da primavera, que irá dar uma nova vida à padaria. Em troca Lina terá que repor a ordem no submundo. Depois de ocupar o corpo de encantadora Perséfone, Lina, cujos problemas eram massa azeda e segundos encontros, tem agora assuntos maiores em mãos, como levar a primavera ao mundo dos espíritos. Mas, quando o belo e perigoso Hades acende uma chama no seu coração, Linda não pode deixar de se interrogar se o senhor do submundo não será o homem dos seus sonhos...

Este foi o primeiro livro que li da série "Chamamento da Deusa" que corresponde ao segundo volume desta saga. Da P.C. Cast só conhecia o trabalho "Casa da Noite" que para quem não sabe o tema principal são vampiros. 

Desta vez a mitologia retratada na história é de Perséfone e Hades, a Deusa da Primavera e o Deus dos Mortos. Na história original conta que a Deusa foi raptada por Hades e levada parra o mundo dos mortos. A mãe de Perséfone, Deméter, fica tão abalada com a ausência da filha que ordena que haja seis meses de escuridão, que corresponde ao outono e ao inverno, como luto.

Mas a estrela principal deste livro é Lina, uma americana de 43 anos que é proprietária de uma padaria à beira da falência. Tal como acontece no livro "Deusa do Mar", há uma troca de corpos feita por Deméter, ou seja Lina vai para o corpo de Perséfone e vice-versa. 

Começamos o livro com Deméter conversando com a sua ama Irene sobre Perséfone, a quem considera fútil e bastante infantil, e por isso pretende fazer algo à sua filha. Tem a ideia de a mandar para os dias atuais, onde ninguém sabe quem ela é, mas precisa de uma substituta que vá para o Mundo dos Mortos iluminar a passagem daqueles que já morreram, levando consigo a primavera e a vida. E é aí que entra Lina. 

Lina é divorciada que dedica a vida a cuidar da Pani Del Dea. Ao tentar encontrar novas receitas para atrair mais clientes ao negócio, ela encontra um livro chamado La magia dell'Italia, acabando por invocar Deméter, que a leva para o seu reino, trocando de corpo com a sua filha. A deusa explica que enquanto Lina será a deusa da primavera, Perséfone estará na padaria a cuidar de tudo. Quando Lina e Hades se conhecem há logo uma atração, é um encontro muito cómico, já que Lina compara o Deus dos Mortos com o Batman. 

A história é linda e envolvente. A narrativa não é monótona e possibilita uma boa visualização das cenas e dos cenários, sendo estes fantásticos. A escritora pega sempre na mitologia grega e apesar de contar a verdadeira história também a recria segundo a sua própria imaginação, dando o seu toque pessoal na narrativa. O livro tem momentos eróticos, mas não são as cenas predominantes e quando acontecem são muito românticas. Comparando-o ao Deusa do Mar, gostei mais deste, especialmente do final que é lindo e nada do que estava à espera. 

Atenção que as histórias são independentes, por isso a ordem não interessa. Aos românticos incuráveis, por favor vão ler este livro que vão adorar o Hades, que apesar de ser o Deus dos Mortos é carinhoso e meigo, mais do que quer mostrar! Àqueles que ainda não experimentaram esta série, o que custa tentar?

quarta-feira, 20 de março de 2013

Crítica Literária por Rodrigo - Exorcista de William Peter Blatty

Publicado pela primeira vez em 1971, O Exorcista tornou-se não só um fenómeno literário como um dos livros mais assustadores e controversos alguma vez escritos. A história centra-se em Regan, a filha de onze anos de Chris MacNeil, uma ocupada actriz que reside em Washington D.C. A criança aparenta estar possuída por um demónio ancestral e cabe a dois padres a dura tarefa de o exorcizar, arriscando a sanidade e a própria vida. O Exorcista transcendeu as páginas escritas e saltou para o grande ecrã, onde se tornou uma referência incontornável do cinema. Mas se pensa que o filme é assustador, leia o livro. Até porque o filme nem chega a aflorar a ponta do iceberg! Propositadamente crua e profana, O Exorcista é uma obra com a capacidade de nos chocar, levando-nos a esquecer que «é apenas uma história». 

O Exorcista conta a história de Regan, uma rapariga de onze anos cuja mãe é uma actriz bastante ocupada, que reside em Washington.
Ao longo da história, podemos ver a evolução dos problemas de Regan, uma jovem que aparentava ser normal, mesmo sem o apoio constante da sua mãe. A criança começa a ter pequenos problemas que depois se tornam em grandes e duras adversidades, tanto mentais como físicos. A sua mãe preocupada com esta estranha mudança de personalidade da filha começa a procurar médicos e psiquiatras para tentar perceber, o "porquê" da sua filha estar a comportar-se de tal maneira. 

Acaba-se por descobrir que Regan está possuída por um demónio ancestral e cabe a dois padres fazer o exorcismo do próprio, ao mesmo tempo que arriscavam a sua vida e a sua sanidade mental. 

Confesso que nunca vi o filme e foi uma das razões que me fez comprar o livro, estava curíoso, pois todos os fãns de terror falam do famoso Exorcista. Estava à espera de muito, e não me desiludi. É um livro bastante compreensível e que nos agarra, principalmente nas partes onde a jovem demonstra sérios problemas. 

Nunca tinha ouvido falar de mais nenhuma obra de William Peter Blatty, mas como gostei bastante desta maravilhosa obra, penso que irei ler mais. 

O Exorcista, marcou a carreira do escritor, já que esta obra permaneceu 57 semanas no top de vendas do New York Times, 17 das quais em número 1. 

Mais tarde, Blatty transformou O Exorcista num guião que veio a resultar num dos mais famosos filmes de terror de sempre. 

Achei a capa fantástica, e penso ter sido uma óptima escolha, pois se os editores tivessem obtado pela cara de Regan (no filme) como capa, quase ninguém iria comprar o livro, pois a maioria das pessoas que viu o filme não tem conhecimento dos imensos pormenores que são acrescentados no livro, já que foi este que deu origem ao fenómeno cinematográfico. 

Rodrigo Cotas