Crítica Literária - Na Cama com um Highlander

"A escritora é conhecida pelos seus livros eróticos, um já foi publicado em Portugal (Obsessão) e o segundo já vem aí (Submissa), mas este livro apresenta uma atmosférica mais romântica, uma escrita leve com cenas engraçadas, divertidas e por vezes até sensuais. "

Crítica Literária - Pecados Escondidos

"Julianne foi uma personagem que me cativou bastante pelo facto de não ser uma rapariga mimada e cabeça de vento (muito costume na época), mas sim uma jovem bastante humilde e que chega a pensar primeiros nos outros e depois nela própria. "

Crítica Literária - O Beijo Encantado

"Para a época em que o livro se passa, os diálogos têm um q.b de texto moderno, mas que torna o livro apetitoso e rápido. "

Crítica Literária - Inocência perdida

Nora Roberts volta a surpreender-me, voltando a enganar-me. Pensei que pela primeira vez tinha descoberto quem era o vilão da história mas nas últimas páginas houve uma reviravolta que me fez ficar de queixo caído, literalmente!

Crítica literária - Rosa Selvagem

"No início do livro, a autora acaba por desenvolver o tema de diferenças de classes mas acaba por ir diminuindo essas referências, o que acabou por haver um ambiente de "mundo cor-de-rosa" em vez de um mundo realista. "

Mostrar mensagens com a etiqueta Felipe Reino. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Felipe Reino. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 1 de março de 2012

Resenha - Eventyr de Felipe Reino


“Quando a jovem Beatriz Misse encontra, a caminho da escola, uma caixa misteriosa que (ao abrir) a leva para outro mundo, a vida desta azarada garota muda completamente.  Após quase perder a cabeça depois de ser acusada de espionagem pelo príncipe Alexis (pelo qual acabou criando uma relação de amor e ódio), Beatriz se junta ao príncipe em uma jornada para encontrar os 6 pedaços do cristal cuja lenda diz que tem o poder de realizar desejos.  Com a ajuda de Neandro, irmão mais velho de Alexis e Nicardo, um misterioso e atraente rapaz, Beatriz acaba vivendo aventuras mágicas explorando os reinos deste novo mundo a procura do cristal que irá levar-la de volta para casa e descobrindo que o ódio é o sentimento mais próximo do amor e que seu príncipe encantado está mais perto do que ela imagina.”

Este é o primeiro livro de uma trilogia. È nos apresentado a Beatriz Misse, uma rapariga de 16 anos, que é completamente azarada. Tudo começa quando ela tropeça numa caixinha a caminho da escola e o pequeno objecto transporta-a para outro mundo, chamado de Ofir. Admito que esta parte da história fez-me lembrar muito “A Filha dos Mundos” de Inês Botelho, por causa da referência a um mundo paralelo.
Beatriz é encontrada pelo príncipe Alexis que a acusa de espionagem, sendo ele um rapaz meio arrogante e também com algumas características de imaturidade. Depois de ser feita prisioneira, Beatriz parte numa aventura com Alexis e com Neandro, irmão mais velho de Alexis. Os dois irmãos não têm uma relação muito pacífica devido ao facto de Neandro ter abdicado do trono por amor, já que se ele se apaixonou por uma rapariga que não era da realeza, mas sim do povo. Alexis nunca aceitou o casamento do irmão, porque acha que não existe nada no mundo mais importante que o reino e o trono.
Durante a viagem aparece uma nova personagem, Nicardo, um rapaz bastante atraente e bonito que demonstra logo um interesse por Beatriz. Aqui nasce um triângulo amoroso. A nossa heroína, a partir do meio da história, começa a ficar confusa por causa dos sentimentos que nutre por Alex, não tendo a certeza se aquilo será amor ou é simplesmente algo passageiro. Mas quando o príncipe fica à beira da morte, Beatriz não aguenta e confessa o seu amor. Alex, no primeiro momento, mostra-se ofendido e zangado, mas depois admite que também sente algo por Beatriz desde do momento que a viu. O livro acaba quando o grupo de amigos encontram os seis pedaços do cristal e Beatriz é obrigada a voltar para o seu mundo, e juntamente com ela irá Nicardo.
Um livro onde se encontra tudo: Aventura, comédia, romance e toques de mistério. Uma narração mágica para um mundo encantado onde é impossível não se encantar, "Eventyr" conquista não só pela sua história, mas também pelos seus personagens cheios de carisma e alguns quase caricatos. Os cenários, descritos em detalhes, fazem-nos sentir dentro do livro e as situações (cómicas, românticas ou de acção) sempre fazem o leitor querer esta lá.