Crítica Literária - Na Cama com um Highlander

"A escritora é conhecida pelos seus livros eróticos, um já foi publicado em Portugal (Obsessão) e o segundo já vem aí (Submissa), mas este livro apresenta uma atmosférica mais romântica, uma escrita leve com cenas engraçadas, divertidas e por vezes até sensuais. "

Crítica Literária - Pecados Escondidos

"Julianne foi uma personagem que me cativou bastante pelo facto de não ser uma rapariga mimada e cabeça de vento (muito costume na época), mas sim uma jovem bastante humilde e que chega a pensar primeiros nos outros e depois nela própria. "

Crítica Literária - O Beijo Encantado

"Para a época em que o livro se passa, os diálogos têm um q.b de texto moderno, mas que torna o livro apetitoso e rápido. "

Crítica Literária - Inocência perdida

Nora Roberts volta a surpreender-me, voltando a enganar-me. Pensei que pela primeira vez tinha descoberto quem era o vilão da história mas nas últimas páginas houve uma reviravolta que me fez ficar de queixo caído, literalmente!

Crítica literária - Rosa Selvagem

"No início do livro, a autora acaba por desenvolver o tema de diferenças de classes mas acaba por ir diminuindo essas referências, o que acabou por haver um ambiente de "mundo cor-de-rosa" em vez de um mundo realista. "

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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Rubrica: Viajando com os livros #2 Sintra


E aqui estamos para uma segunda edição da rubrica "Viajando com os livros". E quem é que conhece por aqui "Os Maias" do nosso amigo Eça de Queiroz (opinião aqui) ? Bem, por menos toda a gente que já tem o 12ºano xD 
Hoje, vamos viajar por solo nacional, a linda vila de Sintra! Eu já tive o prazer de passear pelas ruas de Sintra e visitar o famoso Palácio da Pena. 



"Sintra é uma vila portuguesa no Distrito de Lisboa, na região de Lisboa. Podemos encontrar em Sintra testemunhos de praticamente todas as épocas da história portuguesa e, não raro, com uma dimensão que chegou a ultrapassar, pela sua importância, os limites deste território. 

Palácio da Pena
Sintra é um testemunho de quase todas as épocas da história portuguesa. E vai muito além disso, Sintra é um achado de vestígios da própria história da Humanidade. Também de uma plêiade de conventos de meditação entre penhascos, bosques e fontes: de igrejas, capelas e ermidas, pólos seculares de fé e de arte; enfim, uma unidade cultural intacta numa plêiade de vestígios arqueológicos que apontam para ocupações várias vezes milenárias.

Palácio  da Regaleira
Sintra não é uma vila qualquer”, como escreveu em 1989 o historiador da Arte Vítor Serrão, Sintra é Património Mundial da Humanidade, é Paisagem Cultural(classificada pela UNESCO). Sintra é um universo paralelo, que só conhecemos dos sonhos, mas que existe aqui bem perto.

Jardim do Palácio da Pena
Sintra, com 377 835 habitantes é, logo após Lisboa (547 733 hab.) o segundo município mais populoso de Portugal. O apogeu do desenvolvimento extraordinário da paisagem de Sintra foi atingido com o reinado de D. Fernando II da dinastia Saxe-Cobourg-Gotha (1836-1885). Muito ligado a Sintra e à sua paisagem pelas quais nutria um grande afeto, este rei-artista implantaria aqui oromantismo de uma forma esplêndida e única para as regiões mediterrânicas. O rei adquiriu o Convento da Pena situado sobre uma montanha escarpada e transformou-o num palácio fabuloso e mágico, dando-lhe a dimensão máxima que apenas um romântico de uma grande visão artística e de uma grande sensibilidade estética podia sonhar. Este antecipa, por assim dizer, o célebre Castelo de Neuchwanstein erigido por Luís II da Baviera. Além disso, D. Fernando II rodeou o palácio de um vasto parque romântico plantado com árvores raras e exóticas, decorado com fontes, de cursos de água e de cadeias de lagos, de chalets, capelas, falsas ruínas, e percorrido de caminhos mágicos sem paralelo em nenhum outro lugar. O rei tomou também o cuidado de restaurar as florestas da Serra onde milhares de árvores foram plantadas, principalmente carvalhos e pinheiros mansos indígenas, ciprestes mexicanos, acácias da Austrália, e tantas outras espécies que contribuem perfeitamente para o carácter romântico da Serra.

Palácio do Seteais
Além da paisagem natural que, até longe, o envolve, situa-se no centro de um parque único no seu género, constituído por milhares de árvores reunidas nas quatro partes do mundo. Fenómeno esse que, de algum modo, se revela também no Parque de Monserrate.

Jardim do Palácio Seteais
Durante o século XIX Sintra exerceu uma influência considerável sobre o desenvolvimento da arquitectura romântica europeia (Palácio da Pena; Monserrate). No entanto, o seu interesse não se resume certamente a um ou dois edifícios de evidente importância, antes se diversifica numa plêiade de palácios e parques; de casas senhoriais, com os seus jardins e bosques; de palacetes e chalets envoltos numa vegetação exuberante; de longos trechos de muralhas que serpenteiam sobre os mais altos cumes da Serra, evocando séculos pretéritos; de conventos convidando à meditação, rodeados de musgosas falésias e de fontes murmurantes; de austeras igrejas e capelas, bem como de ermidas mais "humanizadas" e populares, umas e outras constituindo pólos seculares de Fé e de Arte; enfim, vestígios arqueológicos várias vezes milenares, que nos remetem para as nossas raízes mais longínquas."

E quem já teve a oportunidade de visitar Sintra? O que acham desta vila de Portugal? E quem é de lá? Espero um dia voltar a visitar Sintra, especialmente o Palácio da Pena porque quando fui (à dois anos) estava em obras e havia muitas secções e divisões que estavam restritas.
P.S: as fotos são da minha autoria.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Rubrica: Viajando com os livros #1


Vou iniciar uma nova rubrica, que como diz o título, vai-se chamar "Viajando com os livros", que estará agendado a sair uma vez por semana, todas as segundas-feiras. Bem, as histórias dos livros tem que ter um espaço onde se vai desenrolar a história, sendo que esses espaços físicos podem ser reais ou imaginários. Nesta rubrica vamos centrar-nos nos espaços reais e vamos conhecer as cidades ou países por detrás de um livro. A rubrica consiste num aglomerado de informações selecionadas de vários sites para que o leitor possa conhecer um pouco mais sobre o país em questão.

Para a primeira rubrica, vamos ter o livro "Julieta" de Anne Fortier (opinião aqui), que fala da cidade de Verona. Conhecem? Já ouviram falar ou até já visitaram? Vamos espreitar um bocadinho desta cidade maravilhosa.

Verona está situada na Itália, na região do Vêneto, com cerca de 256 110 habitantes. É banhada pelo rio Adige e dista uns 30 quilómetros do Lago de Garda. A cidade, ao que parece, foi fundada pelos Celtas. Sendo uma cidade tão esplêndida, inspirou Shakespeare a criar não uma, nem duas mas três histórias: Romeu e Julieta; Os Dois Cavaleiros de Verona; The Taming of the Shrew . Embora, a ligação de Verona com os Capuletos reais seja sutil, a verdade é que a falsa Casa da Julieta atrai meio milhão de turistas por ano.

Vista panorâmica de Verona 

A cidade foi declarada património da humanidade pela UNESCO por causa da sua estrutura urbana e arquitectura, onde é possível observar uma cidade que se desenvolveu progressivamente e sem interrupções durante dois mil anos, integrando elementos artísticos de altíssima qualidade dos diversos períodos que se seguiram, representa também, em um modo excepcional o conceito de uma cidade fortificada em etapas determinantes da história europeia.

A famosa varanda da casa de Julieta 

Possui vários distritos produtivos que são: agricultura, indústria, comércio, artesanato, serviços e turismo. Na agricultura destaca-se o setor vitivinícola, considerado o mais importante do setor agroalimentar de Verona. A sessão de artesanato possui fama pela produção artesanal de móveis clássicos. A extração de mármore em Verona tem origens muito antigas, como demonstrado pela cidade romana no seu interior onde existem vários monumentos em mármore de Verona vermelho e mármore Rosa del Garda.


Arena de Verona

Quanto ao clima, a cidade tem uma característica de clima subtropical húmido das planícies fluviais do norte da Itália, com Verões quentes e Invernos frios e húmidos. A humidade relativa do ar é alta durante todo o ano, especialmente no inverno, provocando nevoeiro , principalmente desde o anoitecer até o final da manhã, embora o fenómeno tem-se tornado cada vez menos frequente nos últimos anos, devido às mudanças do clima. 
Admito que sou apaixonada por Itália, especialmente pela comida! Adoro tudo o que relaciona massa. Se um dia tiver condições financeiras para viajar e conhecer países estrangeiros,  Itália estará no topo da lista dos primeiros a ser visitados! Que é que acharam de Veneza? Um belo sítio para passear e levar a cara metade não acham? Não se esqueçam de deixar opiniões e sugestões nos comentários sobre qual a cidade/país que querem ver aqui na rubrica "Viajando com os livros".