"A escritora é conhecida pelos seus livros eróticos, um já foi publicado em Portugal (Obsessão) e o segundo já vem aí (Submissa), mas este livro apresenta uma atmosférica mais romântica, uma escrita leve com cenas engraçadas, divertidas e por vezes até sensuais. "
"Julianne foi uma personagem que me cativou bastante pelo facto de não ser uma rapariga mimada e cabeça de vento (muito costume na época), mas sim uma jovem bastante humilde e que chega a pensar primeiros nos outros e depois nela própria. "
Nora Roberts volta a surpreender-me, voltando a enganar-me. Pensei que pela primeira vez tinha descoberto quem era o vilão da história mas nas últimas páginas houve uma reviravolta que me fez ficar de queixo caído, literalmente!
"No início do livro, a autora acaba por desenvolver o tema de diferenças de classes mas acaba por ir diminuindo essas referências, o que acabou por haver um ambiente de "mundo cor-de-rosa" em vez de um mundo realista. "
Isto vai de mal a pior! No final de Janeiro, onde devia a preparar Os favoritos do mês do atual mês, mas nãooooo, Dezembro foi esquecido e relembrado hoje! Santa ignorância a minha! Espero que daqui a uma semana as coisas acalmem e fiquem melhor! E sem mais demoras aqui fica o melhor do mês passado:
- A música: Let it go de Idina Menzel
Linda, maravilhosa, mágica! Fui ver o filme e bem, adorei! Mas isso já falo mais á frente! Quanto à música... Sem palavras! A disney esmerou-se de tal maneira que não há palavras para descrever, ouçam e comprovem o que digo!
Mas houve mais música que marcaram este mês tais como The story of my life dos One Direction. Não não sou fã, nem gosto do género de música deles mas admito que esta música é diferente. A própria letra tem um significado e mesmo o videoclip é profundo, finalmente acertaram na mosca!
- O livro: My Wicked Enchantress de Meagan Mckinney
Adorei a heroína em que a vida lhe deu tantos pontapés mas ela manteu a cabeça erguida, como ela é fiel aos seus princípios e à sua virtude, mesmo que toda a gente não goste da maneira de ela ser. E quem não gosta de um homem que reconhe um diamante em bruto? Belo e selvagem, Kayleigh torna-se a obsessão de St.Bride e uma distração constante!
-O Filme: Frozen
OMG! Adorei, amei, o melhor filme de animação qe já vi nos últimos tempos! Tem tudo! Magia, romance, mistério, açao, humor... Tudo para ser perfeito e é perfeito! A Disney inovou e estava a precisar desta lufada de ar fresco que resultou numa obra-prima.
- O acontecimento: O Natal!
Sem dúvida que Dezembro é especial por causa do Natal e até da Passagem de Ano Novo. A noite de Natal foi passada cá em casa, um grupinho pequenino, somos poucos mas bons! Como manda a tradição, abrimos as prendas à meia noite, recebi 3 livrinhos, duas golas, um saco desportivo e duas camisolas!
Mário de Carvalho convoca-nos a todos. A nós e aos nossos conhecidos. Faz humor com ilusões e desilusões, amores e desamores, graças e desgraças. O Partido Comunista não escapa à ironia. Brilha a deslumbrante Lisboa, mas também outros locais e endereços. Eduarda Galvão é o protótipo da jovem jornalista. Jorge de Matos o professor cansado. Joel Strosse o pairar da esperança enquanto há vida. Entram outros burgueses, mais tímidos, mais atrevidos, mais abertos, mais recolhidos. O leitor reconhece-os facilmente, olhando em volta. Políticas também há algumas, bandeiras rubras, livros nas bibliotecas, uma revolução que entardeceu. Comparece o rio magnífico que Lisboa tem. E, já agora, que tal trocarmos umas ideias sobre o assunto?
As vidas de dois casais muito diferentes estão irrevogavelmente entrelaçadas e são alteradas para sempre neste impressionante épico sobre amor e guerra. Riley Purefoy alista-se no exército durante a I Guerra Mundial para se ver no meio do pesadelo das transformações do século XX. Enquanto Riley e o seu comandante, Peter Locke, lutam pelo seu país e pela própria vida nas trincheiras da Flandres, a adorável e ingénua mulher de Peter, Julia, e Rose, prima dele, aguardam ansiosamente o seu regresso. Mas o homem taciturno e distante que regressa a casa de licença não é o Peter que conheciam. Com apenas 18 anos quando a guerra começa, Nadine e Riley querem fazer promessas um ao outro – mas como podem fazê-lo se o futuro não está nas suas mãos? A paixão da juventude está do seu lado, mas a sua lealdade é posta à prova por um terrível ferimento e pela reabilitação necessariamente imperfeita que se segue. Situado em Ypres, em Londres e em Paris, este romance emocionalmente rico e evocativo é uma poderosa exploração dos efeitos perenes da guerra sobre os que combatem – e os que não combatem – e um testemunho pungente do poder do amor duradouro. Um livro poderoso que nos deixa sem palavras e com necessidade de reflexão após o seu término. Muito triste, mas ao mesmo tempo tão verdadeiro. Pessoalmente não o quero reler.
Num tempo em que a eutanásia e a morte assistida estão na ordem do dia, o narrador anónimo deste romance ajuda pessoas a morrer. Mas não porque se encontrem doentes, simplesmente porque se sentem fartas da vida. Bastam-lhe dois ou três clientes por ano para sobreviver; mas nem sempre se torna fácil encontrá-los e, por isso, é preciso ler muito, viajar, saber de pintura, fazer pesquisa, seguir alguma pista. («As conversas fluirão mais facilmente se eu souber quais as bandas, pintores e escritores que preferem.») Foi assim, de resto, que descobriu a bela e tentadora Se-yeon, que partiu o coração aos dois irmãos que se apaixonaram por ela; e também Mimi, a artista que nunca permitia que a filmassem porque tinha medo de se ver a si mesma. E quem sabe se se tornará sua cliente a rapariga de Hong Kong que conheceu num museu, em Viena, e parecia fugir de um passado terrível? Tomando a paisagem urbana e o ritmo louco de Seul como espelho da vida contemporânea em todo o mundo – e combinando a tensão emocional de Kundera com a angústia existencial de Bret Easton Ellis – Tenho o Direito de Me Destruir, traduzido em mais de dez línguas, inscreve a moderna literatura sul-coreana na tradição internacional e institui Kim Young-ha como a voz mais importante da sua geração.
Outrora conhecida como a costa ocidental dos Estados Unidos, a República é agora uma nação em guerra permanente com as vizinhas, as Colónias. Nascida numa família de elite num dos distritos mais abastados da República, June, aos quinze anos, é um prodígio militar. Obediente, entusiasmada e dedicada ao seu país, está a ser aperfeiçoada para fazer parte dos círculos mais elevados da República. Nascido num dos bairros de lata do Setor Lake da República, Day, também com quinze anos, é o criminoso mais procurado da República. Mas talvez os seus motivos não sejam tão maliciosos quanto parecem. Pertencendo a mundos muito diferentes, não há motivo algum para que os caminhos de June e Day se cruzem - até ao dia em que o irmão de June, Metias, é assassinado, e Day se torna o principal suspeito. Agora, apanhado no derradeiro jogo do gato e do rato, Day corre pela sobrevivência da sua família, enquanto June tenta desesperadamente vingar a morte do irmão. Contudo, numa reviravolta chocante, os dois descobrem a verdade daquilo que verdadeiramente os levou a encontrarem-se, e a que ponto a nação de ambos está disposta a chegar para manter os seus segredos. Repleto de ação imparável, suspense e romance, o fascinante primeiro romance de Marie Lu irá certamente comover e arrebatar os leitores.
Em 1945, enquanto o mundo celebra a vitória sobre o exército nazi, a Alemanha derrotada é dividida. De um lado, a União Soviética. Do outro, os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França. A Guerra Fria está prestes a começar. Em Hamburgo, grupos de crianças esfomeadas vasculham os destroços em busca de alimentos, famílias desalojadas lutam por abrigos imundos. É nesta cidade arruinada que o coronel Lewis Morgan é encarregado de repor a paz. O governo inglês requisita uma casa para o acolher a ele e à família. Aos proprietários da mansão resta a indigência. É então que o coronel propõe uma solução inédita: a partilha do espaço. Mas ao contrário do que coronel espera, este pacto vai ser explosivo. A sua mulher, Rachel, vive fechada em si própria. O filho de ambos, Edmund, debate-se com uma solidão extrema. A alemã Freda é a adolescente rebelde, filha de Herr Lubert, um homem de elite inconformado com a submissão que lhe é imposta. Entre segredos e traições, a vida na casa é uma bomba-relógio que uma paixão proibida ameaça ativar.. Baseado no extraordinário ato de bondade do avô do autor, O Despertar do Mundo pinta um retrato único da guerra vista do lado dos perdedores.